Palavras de Cailleach

“Cailleach fala:



Meus ossos são frios, meu sangue ralo.
Eu busco o que é meu.
Eu busco o que ainda não foi semeado.
Eu busco os animais para cavernas quentes
e mando meus animais para o Sul.
Eu ponho meus ursos para dormir e mudo o pelo de meus gatos e cães para algo mais quente.
Meus lobos me guiam, seu uivo anuncia minha chegada.
Os cães, lobos e raposas cantam a canção da noite,
a serenata da anciã, a minha canção.
Eu digo sim a vida e agora digo sim a morte.
Eu serei a primeira a ir para o outro lado.
Eu trago o frio e a morte, sim, pois este é meu legado.
Eu trouxe a colheita e se você não colheu suas maçãs
eu as cobrirei de gelo.
Após o Samhain, tudo o que fica nos campos me pertence.”

Obtido no blog “Era da Filha

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